Death Note

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Artista plastica baiana

Natural de Vitória da Conquista – Bahia - Nanja vive em Feira de Santana desde os seis anos de idade. Licenciada em Letras, casada com o poeta e artista plástico Antônio Brasileiro, Nanja é mãe de três filhos: Ekatherina, Tom e Leo. O seu trabalho é rico e diversificado e com ele participa dos salões e movimentos culturais do Estado. Possui um currículo rico, com muitas exposições, várias premiações, além de menções honrosas na Bienal do Recôncavo (1991), IV Salão Regional de Feira de Santana, (1997) e no Salão Regional de Artes Plástica da Bahia. Além dos quadros e mosaicos que realiza, ela produziu capas de livros e revistas publicados no Brasil e no exterior. Entre os seus trabalhos temos o cartaz do VI Congresso de Estudos Linguísticos e Literários (2000), as capas das revista Latitudes (França) e Iararana (2003), Scitientibus (2008) e dos livros, Digressões, de Uaçaí Magalhães Lopes; A garota grapiúna, de Eliezer César; Le livre pauvre, de Daniel Leuwers (2006) e do livro João Ubaldo Ribeiro – Littérature brésilienne et construction identitaires, de Rita Godet (2005 - França), entre outros.

Nanja envolveu-se com a arte num momento da sua vida em que se sentia inquieta. Mas a artista confessa que contou com o apoio e incentivo do seu marido, o poeta e artista plástico Antônio Brasileiro. “Hoje dizem que o que faço é bonito, que a minha arte é reconhecida, mas o importante, mesmo, é que esse trabalho que realizo me agrada e aquieta minha alma”. Segundo a artista, a arte não é uma profissão, é um estado de alma, uma forma de ver o mundo.

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